Meu pensamento não tem limites
Às vezes, quando estou parado, sem fazer nada, parece que minha mente começa a viajar. Mesmo que eu esteja sentado no meu quarto, olhando para o teto, meus pensamentos vão longe — muito além do que meus olhos conseguem ver.
É como se minha cabeça fosse uma nave que atravessa o céu, tentando entender coisas que ninguém explicou ainda. Não me contento só com o que está na frente dos meus olhos. Quero saber o que existe além das estrelas, por que sentimos o que sentimos, e até o que faz a vida valer a pena.
Sêneca, um filósofo de muito tempo atrás, dizia que o pensamento humano irrompe pelas entranhas do céu. Isso quer dizer que nossa mente é curiosa, inquieta, e não aceita ficar parada. Mesmo no ócio — aquele momento em que parece que não estamos fazendo nada — estamos pensando, imaginando, criando.
E sabe o que é mais legal? É nesses momentos de silêncio que surgem as ideias mais incríveis. Quando deixo minha mente livre, descubro coisas sobre mim mesmo, sobre o mundo, e até sobre o que quero ser no futuro.
Então, o ócio não é perda de tempo. É como um espaço mágico onde meu pensamento pode voar.
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