Sobre o que penso sobre a parábola do semeador
As sementes são como ideias boas, ensinamentos, chances de crescer. Mas nem todo mundo está pronto pra isso. Tem gente que nem presta atenção — a semente cai na estrada e os pássaros levam. Outros até gostam da ideia, mas desistem rápido quando aparece um problema — como uma planta que nasce num solo raso e seca no sol. Tem também quem vive cheio de preocupações, inveja, vaidade — e isso sufoca tudo de bom que poderia crescer. Mas tem gente que é como terra boa: escuta, pensa, aprende, e faz aquilo virar algo incrível.
Pra mim, isso mostra que o Eterno já fez a parte d’Ele. Ele criou as regras da vida, nos deu razão, liberdade, e deixou tudo funcionando. Agora é comigo. Se eu quiser crescer, aprender, ser alguém melhor, sou eu quem tem que cuidar do meu terreno — da minha mente, do meu coração.
Não tem milagre, não tem mágica. Tem esforço, escolha e tempo. E isso é legal, porque significa que o que eu conquisto é de verdade. Eu sou responsável pelo que cresce em mim. E isso me dá vontade de ser terra boa.
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