Sobre o que penso sobre a parábola do semeador


Eu vejo essa parábola de Jesus como uma forma de mostrar que o Eterno criou tudo com sabedoria — tipo um jardineiro que planta sementes e deixa a natureza seguir seu curso. Ele não fica mexendo na terra o tempo todo. Ele confia que cada um vai cuidar do seu próprio solo.

As sementes são como ideias boas, ensinamentos, chances de crescer. Mas nem todo mundo está pronto pra isso. Tem gente que nem presta atenção — a semente cai na estrada e os pássaros levam. Outros até gostam da ideia, mas desistem rápido quando aparece um problema — como uma planta que nasce num solo raso e seca no sol. Tem também quem vive cheio de preocupações, inveja, vaidade — e isso sufoca tudo de bom que poderia crescer. Mas tem gente que é como terra boa: escuta, pensa, aprende, e faz aquilo virar algo incrível.

Pra mim, isso mostra que o Eterno já fez a parte d’Ele. Ele criou as regras da vida, nos deu razão, liberdade, e deixou tudo funcionando. Agora é comigo. Se eu quiser crescer, aprender, ser alguém melhor, sou eu quem tem que cuidar do meu terreno — da minha mente, do meu coração.

Não tem milagre, não tem mágica. Tem esforço, escolha e tempo. E isso é legal, porque significa que o que eu conquisto é de verdade. Eu sou responsável pelo que cresce em mim. E isso me dá vontade de ser terra boa.

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