Um Almoço à Beira-Mar em cujo Silêncio Falei com o Eterno
Hoje, vivi algo simples, mas muito especial. Na hora do almoço, fui até a beira do mar com minha marmita. Sentei ali, ouvindo o som das ondas, e comi tranquilamente. Não havia pressa, nem barulho de cidade, só a natureza me fazendo companhia.
Depois, coloquei meus fones de ouvido e escutei músicas de meditação. Elas são calmas, feitas para ajudar a gente a relaxar e pensar na vida. Enquanto ouvia, fiquei olhando o mar, o céu azul e sentindo o vento tocar meu rosto. Foi como se o tempo tivesse parado.
Nesse momento, não fiz nenhuma oração como os cristãos costumam fazer. Mas percebi que meu silêncio era uma forma de falar com algo maior. Era como se eu estivesse dizendo “obrigado” à vida, ao universo, a uma inteligência que criou tudo isso.
Não usei palavras, mas meu coração estava cheio de respeito e amor. Às vezes, a gente não precisa falar para se conectar com o que é sagrado. Basta estar presente, sentir, observar.
Esse tipo de experiência nos lembra que a natureza tem poder. Ela acalma, ensina e nos faz sentir parte de algo muito maior. E mesmo que você tenha só 15 anos, pode viver isso também. Basta parar um pouco, desligar o celular, e prestar atenção no mundo ao seu redor.
O silêncio, quando vem com paz, pode ser uma conversa profunda com o Eterno. E isso, mesmo sem religião, é uma forma bonita de espiritualidade.
Comentários
Postar um comentário